Marketero criativo em 5 passos

Tempo de leitura: 8 minutos

Você é a Criatividade é um dom exclusivo de engenheiros, publicitários, arquitetos ou designers?

Pois vamos começar analisando o que é exatamente. Chama-Se de criatividade para criar coisas novas, desenvolver novos conceitos e os já existentes e conhecidos; são idéias abstratas, cujo objetivo é quebrar paradigmas já estabelecidos desde a história da humanidade.

A criatividade nasce com o ser humano, mas é algo que se deve incentivar e desenvolver. As crianças, por exemplo, criam jogos onde inventam histórias nas quais eles são os são os protagonistas e desenvolvem, com base em seus conhecimentos e experiências prévias, e histórias fantásticas baseadas em uma realidade já vivida, ou na maioria dos casos, já vista em alguma série ou filme de tv. Isso nos dá a pauta de que o ser humano nasce com este com este dom natural, mas na idade adulta, é quando vai desaparecendo, pois nos acostumamos com o que já está estabelecido e vamos perdendo a capacidade de criar.

O marketing busca a diferenciação entre a competência, portanto, que a criatividade é de suma importância para a geração de campanhas e elementos plus para oferecer ao consumidor. A esta criatividade desenvolvida, precisamos aplicá-la e a isto se dá o nome de “inovação”, que vem a ser, execução e materialização de idéias para torná-las bem sucedidas, afirmando que Criatividade e Inovação andam de mãos dadas.

Para potencializar o desenvolvimento de nossas mentes marketeras criativas, deixamos 5 dicas básicas:

1. Visualização e questionamento

  1. É importante visualizar e identificar as minhas necessidades como criativo e as necessidades de meus consumidores para saber o que eu preciso criar com rigor e levar em conta todos os aspectos para que funcione ao implementá-lo em um planejamento e/ou campanha.
  2. Questionar o meu ambiente, analisar a realidade sócio-econômica do grupo-alvo de minha marca para gerar a estratégia prevista, analisar chances de sucesso e, sobretudo, questionar se as necessidades do consumidor são reais e se a minha projeção está focada em solucionar seu problema.
  3. Outro aspecto é cuestionarnos a nós mesmos, o que dizemos, é o que nós pensamos, porque há verdades que levamos muito enraizadas internamente e às vezes se transformam em obstáculos para o nosso crescimento e desenvolvimento tanto pessoal como profissional.
  4. Também é importante o questionamento da opinião de outras pessoas. O ser humano é triste e resolve por natureza e muitas vezes acreditamos informações, recomendações ou até mesmo remédios milagrosos que nos recomendam.
  5. Se bem que o nosso raciocínio lógico faz com que, às vezes, desconfiemos da veracidade das informações ou a aplicação de tal remédio, este pode ser um ponto importante do que podemos aproveitar como estratégia para introduzir uma marca no mercado e fazer com que as pessoas tenham experiências positivas de consumo com a marca de forma indireta.

2. Implementar bons hábitos e eliminação dos maus

Os bons hábitos devem desenvolver nossas percepções a novas experiências e lições. Todos sabemos que os bons hábitos, além de melhorar a saúde, melhorar a nossa estabilidade emocional e mental, e, por consequência, a reativação da criatividade.

  1. Quando começamos o dia com um banho matinal, além de refrescar o nosso corpo, não nos sentimos talvez com o melhor dos ânimos que até cantamos, Da Prática de viva voz e de nada nos surgem novas idéias?, será que o penteado punk com o shampoo novo ativou os neurônios que tínhamos ainda dormindo?, claras ideias e soluções que talvez na pressa de apenas vestir-nos e sair correndo para o trabalho, não teríamos tomado em conta.
  2. No café da manhã, podemos testar a criatividade com um shake energético jamais inventado ou misturando cereais de forma diferente e gerando combinações com frutas que mais tarde podem nos ajudar como táticas para a solução de conflitos.
  3. Fazer pausas obrigatórias se o nosso trabalho é contínuo em frente ao computador. Muitas vezes esquecemos de tomar intervalos de oxigenação quando o trabalho é intenso e a inspiração foi “iluminado” nosso ser. Oxigenar a mente, alongar os músculos e descansar a vista, farão com que estamos menos expostos ao estresse e evitar lesões desnecessárias.
  4. É importante também manter a nossa mente ocupada, ainda nos momentos de transporte ou inatividade. Uma opção interessante é viajar sempre com um livro ou um livro áudio, e um bloco de notas para anotar as ideias que vêm à nossa mente ou bocetar ideias que encontrarmos no caminho.
  5. Voltar a conectar-nos com o emocional. Muitas vezes o problema do trabalho, os tempos, o stress, bloqueiam nossas emoções ao ponto de que o mendigo ou o malabarista que encontramos na esquina, nos coloca de mau humor, e ao tornar-se a isto uma cotidianidade bloqueamos nossas emoções, fazendo-nos cada vez mais egoístas.
  6. O descanso, a distração e o entretenimento nos desconectadas do barulho. Podemos fazer os passeios de fim-de-semana um momento para compartilhar, respirar, e porque não, aproveitar o tempo a ver as coisas a partir de uma outra ótica, por exemplo: definir serviços como consumidores ou clientes e descobrir novas estratégias de marketing.
  7. Fazer de um hobby, e pertencer a um grupo social é a melhor maneira de oxigenar a mente e aprender com outras experiências e vivências, e isso pode ser um valor agregado à nossa estratégia ao investigar necessidades e experiência do consumidor. Os passatempos esportivos, a mais de tirar o stress e as toxinas do corpo, melhora a nossa saúde mental. De igual forma, os jogos em momentos de lazer, ejercitarán a mente com planejamento de estratégias, integrando a criatividade, o pensamento crítico e isto nos servirá de treinamento para enfrentar a realidade diária.
  8. Os maus hábitos, pelo contrário, bloqueiam nosso pensamento crítico devido a que a rotina elimina a criatividade, o conforto nos torna egoístas e dia a dia nos torna indiferentes perante a verdade.

3. Desenvolver o gosto e paixão pelo que fazemos

Quando fazemos um trabalho bom, não sentimos o passar do tempo, não estamos pressionados ou estressados. Pelo contrário, com não gostamos do que fazemos, sentimos o peso da tensão, estresse e desequilíbrio, tanto mental como físico.

Quando estamos em descanso e em paz temos uma maior disposição ao enfoque criativo e inovador, pois entraremos maior ênfase a procurar opções para criar uma estratégia levando em conta todas as soluções possíveis. A paixão que adicionamos, é sinônimo de esforço, de trabalho bom, de nos sentirmos satisfeitos com o que temos, de fato, orgulhosos de nosso trabalho e, portanto, teremos o reconhecimento do bom trabalho e de realização que temos conseguido.

4. Nosso lugar de trabalho, como o melhor do mundo

Quem não se sentiu desmotivado ao querer desenvolver um projeto em um ambiente de trabalho tenso, pesado ou pior ainda obrigado?

É por isso que nós devemos fazer de nosso escritório, estúdio ou local de trabalho, um local o mais agradável possível , adicionando cores que nos agradarem, fotografias ou elementos decorativos que promovam a nossa inspiração e música que desperte e motive os nossos sentidos. Os resultados são notórios quando aplicamos a auto-motivação em um ambiente que sentimos próprio, com um ambiente propício e com o estado de ânimo pronto para alcançar uma abordagem criativa ideal.

5. Minha opinião e a dos outros

Você inclui o valor correto para as nossas ideias? Devemos respeitar o nosso espaço para estar sozinho e ouvir nossos pensamentos, não qualquer um, mas aqueles que se inspiram na natureza, onde há a flora e a fauna, em lugares nunca antes conhecidos, que como seres emocionais nos inspirem e surpreenda por sua imponência, gerando uma conexão emocional com o universo e destinar tempo para a auto-reflexão.

Levar em conta a opinião das outras pessoas é também importante, pois se ouvimos outras experiências, podemos tirar valiosas ideias que podemos relacionar com o nosso projeto criativo. Não devemos subestimar a opinião nem as experiências de outros com diferentes profissões, pois, se somos inteligentes o suficiente, teremos a companhia uns dos essa experiência para a solução de nosso próprio problema. As crianças, muitas vezes, contam suas ideias baseadas na fantasia, a inocência e o amor, e muitas das vezes nos surpreendem com sua lógica e raciocínio superior ao nosso.

Para concluir , podemos afirmar que somos seres criativos. O fato de ser adulto não implica perder a facilidade de se fantasiar e criar coisas novas por procurar muito, na realidade, devemos manter viva a nossa criança interior, implementar e desenvolver bons hábitos, experimentar coisas novas e conviver com pessoas que influem em nós de forma positiva e inspirem a nossa motivação para desenvolver a criatividade e a inovação.

Só resta perguntar: Quanta criatividade há em nosso interior?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *